CHEGOU! PROIBIDA PURO MALTE LEVE

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Finalmente chega aos pontos de venda a tão esperada e polêmica Proibida Puro Malte Leve. Ela chega com um rótulo prateado o que facilita sua identificação dentre as outras cervejas da marca.

Com malte selecionada e um processo de lupulagem diferenciado, junto com a carbonatação normal, deram a cerveja uma sensação de frescor e suavidade no paladar. Em testes sensoriais, ela se destacou como uma cerveja pilsen leve, com retrogosto da puro malte, espuma cremosa e coloração dourada, sendo levada a um altíssimo grau de aprovação.

Não provou ainda?!

Vale muito a pena conferir…

Juliana Mazo

Uva Merlot: Popular ou Elegante?

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Merlot, posso dizer que essa é minha uva vinífera favorita, e recentemente tive a oportunidade de tomar belíssimos vinhos com esta uva, por esse motivo, resolvi escrever um pouco mais sobre ela…

Uva originária da região de Bordeaux na França, sendo cultivada no Sudoeste, principalmente nas regiões de Pomerol e Saint Émilion. Juntamente com a Cabernet Sauvignon e a Cabernet Franc compõe o tradicional Corte Bordalês.

Para quem ainda insiste em questionar as qualidades dessa uva, vale lembrar que o vinho ícone do mundo, o famoso Chateau Petrus da região de Saint Émilion, é elaborado com pelo menos 95% de Merlot.

Além de ser a uva tinta mais cultivada na região de Bordeaux, é atualmente é a segunda uva mais cultivada pelo mundo, perdendo apenas para a Cabernet Sauvignon.

No geral, quando é vinificada sozinha, a Merlot produz vinhos de paladar médio para leves, sedosos, com taninos macios e muito fáceis de serem bebidos, apresentando sobretudo notas de frutas vermelhas, tais como: amora, framboesa, ameixa e morango. Se for vinificada barricada e/ou em cortes com outras uvas, como a Cabernet Sauvignon e a Tannat por exemplo, teremos geralmente vinhos com mais corpo, mais estrutura, toques de frutas negras, baunilha e com um maior potencial de guarda.

A harmonização da Merlot com comida também costuma ser bastante fácil, uma vez que a maciez e a leveza do vinho vão muito bem com pratos mais leves, como: frango, peru e vitela por exemplo. Sua harmonização com cogumelos é altamente recomendada por diversos especialistas.

Eu particularmente harmonizei recentemente um Merlot com um ravióli de carne que ficou simplesmente espetacular, portanto recomendo também sua harmonização com massas e molhos mais leves.

Devido a sua enorme capacidade de adaptação a diferentes tipos de climas e solos, a Merlot atualmente é cultivada em diversas partes do mundo e sempre gerando vinhos com muita qualidade em todos esses lugares, tais como: Chile, Brasil, Califórnia, Austrália, África do Sul, Itália entre outros. Aqui no Brasil sobretudo, é considerada a uva que melhor se adaptou ao nosso terroir, e conseguimos produzir alguns grandes exemplares que não deixam nada a desejar a outros Merlot produzidos em outros países.

Listarei abaixo alguns exemplos de excelentes vinhos com essa uva que provei recentemente:

Vinho Brasileiro Casa Valduga Leopoldina Premium Merlot – Vinho encorpado, taninos maduros apresentando equilíbrio entre acidez e álcool e excelente persistência gustativa, com revelador toque de frutas maduras.

Vinho Chileno Catrala Gran Reserva Merlot – Vinho bastante aromático com uma mescla de madeira e frutas como framboesa e mirtilo. Estruturado, muito frutado, com notas elegantes de madeira trazendo um sabor requintado.

Vinho Francês Mouton Cadet Bordeaux (Merlot/Cabernet Sauvignon/Cabernet Franc) – Tinto com aromas frutados, marcado pela nota de baunilha do carvalho francês. Em boca tem corpo médio, ótima acidez, taninos médios. Sabor longo e frutado.

Vinho Espanhol Jean Leon Merlot – Cor rubi violeta brilhante. Não é um vinho viscoso nem denso. É rico, com a fruta vermelha e negra madura, seguido de toques de especiarias e um final esbanjando frescor. Em boca, o frescor é mais notório ainda. Apesar de possuir teor alcoólico elevado, é equilibrado e apetitoso.

E vocês, já provou algum Merlot que te surpreendeu?

Wellington Mercês

Entre Vinhos e Flores

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A primavera já está chegando, e vem nos prestigiar com dias mais quentes e ensolarados. A estação das flores também é uma oportunidade ideal para degustar vinhos mais refrescantes e saborear pratos mais leves.

Mais do que harmonizar com comidas, os vinhos combinam com momentos.

O perfume das flores, o clima mais agradável, nos oferece o prazer de conhecer novos lugares e rever amigos e nada melhor do que desfrutar de tudo isso na companhia de deliciosos vinhos, sejam eles rosés, brancos, espumantes e até mesmo tinto.

Nesta época do ano a temperatura ideal da bebida também muda, por isso o melhor é armazenar os vinhos brancos e espumantes sob a temperatura de 7 a 11 graus para, assim, ter uma melhor concentração de aromas e sabores. Os vinhos tintos, porém, devem permanecer de 15 a 18 graus.

Vou começar falando do vinho rosé, ainda pouco popular no Brasil, esse estilo de vinho começou a chegar por aqui nas décadas de 70 e 80, é um vinho produzido por meio da maceração de uvas tintas que permanecem menos tempo em contato com as cascas. Nesse caso, o maior desafio dos produtores é equilibrar o frescor e a vivacidade dos vinhos brancos com os aromas intensos e frutados dos tintos, eles não são tão leves quanto a maioria dos brancos nem tão complexos como um tinto encorpado. Vale lembrar que devem ser, bem refrescados, quase como vinhos brancos.

E como todo mundo tem uma preferência eu também tenho a minha que é o Vinho Argentino Rosé 505 que é um vinho de brilhante cor rosada, aromas elegantes e frescos de frutos vermelhos e maduros. Na boca é amável de acidez marcante, fresco e intenso.

Uma boa opção para o vinho branco é o Vinho Chileno Punto Final Sauvignon Blanc trata-se de um varietal de excelente tipicidade, fermentado com leveduras indígenas a partir de uvas colhidas e selecionadas manualmente. No aroma exibe frutas tropicais e cítricas – como pomelo, lima, maracujá, abacaxi e pêssego.

Outro vinho que muito me agrada é o Vinho Argentino Zentas Torrontes, um vinho clássico sem ser enjoativo, as flores estão lá, boa acidez, frutas brancas oscilando entre maduras e verdes. Se gosta de vinhos delicados e gostosos, daqueles que você vai degustando sem compromisso numa tarde de sol com a cabeça sossegada, ele é uma boa opção.

Mas se você prefere vinhos tintos, nada mais interessante do que um Pinot Noir da Borgonha, que também combina bem com a estação. O Vinho Frances Borgonha Pinot Noir Abel Pichard, é uma excelente opção, vinho de cor vermelho rubi com aroma de frutas vermelhas e azeitona, em boca é seco, apresenta boa acidez, taninos finos e final harmônico.

E como a maioria das mulheres eu adoro as borbulhas dos espumantes.

O Prosecco Italiano Valdo Treviso DOC é um delicioso espumante elaborado partir de uvas cultivadas na província de Treviso, tem em sua coloração amarelo palha, seu aroma é frutado típico, com notas de maçã dourada. Sabor equilibrado, frutado e aromático. A Prosecco com uma personalidade forte, acompanhamento perfeito para aperitivos e pratos principais delicado.

Agora que já listei algumas opções de minha preferência para o calor, falta só você escolher o seu.

 

Maria Aparecida Bezerra

Tipos de Cervejas

tipos de cervejas

Bem, hoje vou falar sobre os principais tipos de cervejas e quais as diferenças entre elas.

 O que difere uma cerveja da outra?

É o tipo de fermentação que ela sofre.

As lagers são cervejas de baixa fermentação que ocorre em temperatura de 6 a 12 graus, têm o teor alcóolico em média entre 4 e 5% e as leveduras se concentram na parte baixa dos tonéis de fermentação. Representam os tipos de cerveja mais consumidos do mundo, no Brasil equivalem a 99% do mercado. Originárias da Europa central em meados do século XIX.

As Ales são fermentadas em temperaturas mais altas, entre 15 e 24 graus e as leveduras se concentram na parte alta dos tonéis, gerando com isso uma maior complexidade de aromas e de sabores, são chamadas cervejas de alta fermentação.

Eram os únicos tipos disponíveis de cerveja até meados do século XIX, quando surgiu a baixa fermentação, que proporcionou o surgimento das lagers.

As Ales sem sombra de dúvidas são cervejas muito mais complexas.

As Lambics são cervejas de fermentação espontânea, onde ocorre a ação das chamadas leveduras selvagens presentes no ar, cervejas levemente azedas, secas e ácidas podendo ser com sabores ou sem.

Originárias do sudoeste da Bélgica, são cervejas impressionantes e que apresentam uma história riquíssima.

Destaco abaixo algumas de minha apreciação.

·         LAGERS

Cerveja Tcheca Praga Pilsen: Uma legítima representante das pilsens da República Tcheca, seu caráter maltado equilibra-se muito bem com lúpulos específicos e seu amargor mediano e aroma floral.

Cerveja Alemã Warsteiner Dunkel: Cerveja escura que tem presença marcante do malte torrado, cremosa com notas de café e chocolate amargo tanto no aroma quanto no sabor.

·         ALES

Cerveja Belga Delirium Tremens: Considerada a melhor cerveja do mundo, impressiona pela sua complexidade no aroma e sabor, de cor dourada brilhante, com notas frutadas e cítricas fazem dessa cerveja uma das experiências mais impressionantes do mundo cervejeiro.

·         LAMBIC

Cerveja Belga Lindemans Framboesa: Fermentada através das leveduras selvagens locais, pode passar de um a dois anos em barris de carvalho, onde posteriormente suco natural de framboesa é acrescentado, apresentando características marcantes dessa fruta, dulçor pronunciado e leve acidez. Refrescante, sabor fresco, frutado e com sabor delicado.

Dentro desses três grupos, lagers, Ales e Lambic, temos diversos subtipos de cervejas, que fica quase impossível fazer toda a classificação, porém falarei sobre alguns destes em outra oportunidade…

 

Wellington Mercês

Whisky e seus mistérios – Parte 2

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Whisky e seus mistérios Parte 2

Alguma vez você já parou para pensar por que somente alguns rótulos apresentam a idade?

A idade mínima de um Whisky é de três anos de acordo com a lei The Scotch Whisky Act de 1988 e o The Scotch Whisky Order de 1990.

E porque os whiskies mais velhos são mais caros que os whiskies mais jovens?

Além do custo de estocagem por longo tempo, existe também a perda da bebida nos barris pela evaporação com o passar do tempo, o que se chama na Escócia de Angel´s share (a fatia dos anjos).

A cada ano de envelhecimento cerca de 2% da bebida é perdida pelo efeito da evaporação. Em um barril de whisky de 30 anos, por exemplo, restará aproximadamente 55% do volume inicial (repare que a evaporação não é linear ao longo do tempo). Desta forma Whiskies mais velhos são mais raros e, portanto, mais caros.

E que tipo de barris são usados para envelhecer o Whisky?

Depende do produtor e da região produtora. Tradicionalmente
Whiskies escoceses e irlandeses são envelhecidos em barris que envelheceram previamente outras bebidas, tais como: Vinhos do porto, Vinhos Jerez, e Whiskies Bourbon. Já os whiskies Bourbon, são envelhecidos obrigatoriamente em barris de carvalho tostados (charred) e virgens.

Alguns dos tipos de barris mais usados são:

  • Quarter Cask: 50 litros. Carvalho americano.
  • Barrel: 190 litros. Carvalho americano.
  • Hogshead: 250 litros. Carvalho americano.
  • Butts: 500 litros. Carvalho Europeu.
  • Puncheon: 500 litros. Carvalho europeu ou carvalho americano
  • Port pipe: 650 litros. Carvalho Europeu.

Quanto menor o barril, mais contato da bebida com a madeira, sendo assim, mais rápido o processo de maturação.

É importante lembrar que todo processo de maturação do Whisky ocorre somente dentro do barril onde há oxigênio, a partir do momento em que ele é engarrafado se encerra o processo de envelhecimento.

Todo mundo tem suas preferências não é mesmo?

E eu como mulher e consumidora também tenho o meu preferido, o whisky escocês single malt Glenfiddich que é envelhecido por no mínimo 12 anos em barris de carvalho e possui aroma e sabor delicado e suave.

E o seu preferido? Qual é?

 

Maria Aparecida Bezerra

WHISKY E SEUS MISTÉRIOS – PARTE 01

Imagem whiskyblog

Venho declarar publicamente, minha paixão por essa bebida muito apreciada no mundo que acaba sendo sinônimo de “bom gosto”…

Sempre digo isso aos meus amigos enquanto estamos reunidos tomando um bom e velho whisky. E então se iniciam as perguntas, mas afinal o que é whisky?

O que significa whisky?

A literatura diz que a palavra whisky é uma abreviatura do termo galego “usquebaungh” que significa “água da vida”,

Mas como é feito o whisky?

A Scotch Whisky Association diz que para ser reconhecido como whisky o destilado:

  • Tem que ser produzido e envelhecido na Escócia (fora da Escócia é denominado whiskey) a partir de água e cevada maltada ou outros grãos inteiros de cereais, fermentados unicamente pela adição de fermento;
  • Ser destilado no máximo com 94,8% de ABV;
  • Envelhecer no mínimo 3 anos em barril de carvalho;
  • As únicas substâncias que podem ser adicionadas é a agua ou xarope de caramelo (apenas para deixar a coloração homogênea;
  • Ser engarrafado com no mínimo 40% de ABV;

Toda essa teoria é linda, mas no meu entendimento o whisky é uma bebida alcoólica deliciosa (há quem diga que é muito forte, risos), obtida a partir da fermentação de centeio, milho ou cevada com graduação alcoólica entre 38% e 54%, que tem várias idades, vários tipos e algumas nacionalidades…

Mas isso é uma outra história…

Maria Aparecida Bezerra

 

RAINHA DAS UVAS TINTAS – CABERNET SAUVIGNON

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Vamos dar boas-vindas ao inverno, brindando a ele com um bom vinho tinto. Mas sabemos que é praticamente impossível pensar em vinho tinto e não recordar da uva que é considerada a “rainha das uvas tintas”: a Cabernet Sauvignon.

Sua origem é datada do final do Século XVIII, mais precisamente na França, na região de Médoc em Bordeaux. Recebeu esse título de “rainha” em razão da sua enorme capacidade de adaptação em diversos tipos de climas e solos, sendo uma uva extremamente versátil e rica em aromas e sabores.

Alguns dos considerados melhores vinhos do mundo são feitos com a Cabernet Sauvignon, na França por exemplo, existem alguns vinhos que podem ser guardados até 40 anos antes de serem consumidos. As características da Cabernet Sauvignon podem variar muito dependendo da região onde o vinho foi produzido, e embora ela tenha essa habilidade impressionante de adaptação, suas características podem mudar dependendo do clima e do solo onde foi cultivada. No geral, seja sozinha ou em cortes com outras uvas, a Cabernet Sauvignon apresenta vinhos bem estruturados, concentrados e tânicos. Seus aromas e sabores extremamente marcantes podem apresentar: frutas vermelhas, frutas negras, sabor amadeirado, especiarias e até toques herbáceos.

Além da França sua terra natal, podemos destacar como grandes países produtores de Cabernet Sauvignon, o Chile, a Itália, a Austrália, os Estados Unidos (que tem mostrado ao mundo excelentes vinhos californianos) além da África do Sul e do Brasil.

Dos vinhos que mais me agradam posso destacar (adquira pelo site, ou pelas lojas físicas):

Esses são os meus dois vinhos tintos de Cabernet Sauvignon preferidos, quais são os seus?!

Wellington Mercês

A man, a time, a wine!

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Caros amigos, clientes e amantes do vinho…

É com muito entusiasmo que vou falar de um dos produtores que mais me empolguei em uma visita a vinícola, Jean Leon!

Uma pequena vinícola da região do Penedés, Catalunha na Espanha, que de forma soberba aplica seu conceito de vinhos de finca casados com a maior tecnologia que o ramo tem disponível no mercado.

Impossível tentar expressar-se sobre os vinhos de Jean Leon, sem ao menos dizer algumas palavras sobre o Homem por trás de sua obra.

Sua triste história de começo de vida engrandece mais ainda seus feitos, de infância pobre, sua família sofreu com um trágico incêndio da cidade de Santander, em 1941, senda assim forçados a mudar para Barcelona.

Aos 19 anos, Jean Leon deu inicio sua saga, seus primeiros passos os levaram a Paris, após muitas tentativas de cruzar o Atlântico, o menino conseguiu, chegando ao destino desejado, Nova York!

Jean Leon em suas primeiras atividades foi taxista, do qual sempre se orgulhou muito, seu taxi de numero 3055 deu origem a uma linha de vinhos que encabeçam seu portfólio…. Jean Leon lavou pratos, foi camareiro, mais em seu trabalho no restaurante de Rockefeller center que Jean Leon começou a construir um sonho em realidade….

Jean Leon cruzou os estados Unidos, até chegar a Hollywood, onde todo glamour e a magia dos espetáculos o conquistaram de forma gigantesca. No restaurante Villa Capri de Frank Sinatra Jean Leon começou a dar seus principais passos, rapidamente virou homem forte e de confiança de Sinatra, conheceu e estreitou laços com figuras famosas de Hollywood, como: Grace Kelly, James Dean e Natalie Wood.

Seu primeiro sonho materializou-se numa parceria com James Dean, o restaurante La Scala, foi rapidamente conhecido por seu glamour, prestigio e sofisticação, a frequência natural das pessoas mais influentes de Hollywood, não somente estrelas do cinema, estrelas da musica, politica e esporte.

Jean Leon queria mais, sonhou mais alto e resolveu percorrer o mundo atrás de um lugar que poderia criar o seu próprio vinho, procurava algo inusitado e com característica únicas, quando em 1962 encontrou esse local na região do Penedés, Catalunha.

No ano de 1963 sua bodega estava de pé, um grande Chateau estilo Bordeaux e para a grande surpresa de todos, Jean Leon substituiu as cepas locais por: Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Chardonnay procedentes de bodegas francesas altamente prestigiadas no mundo, sendo um dos primeiros produtores na Espanha a produzir vinhos de Cabernet Sauvignon e o primeiro produtor a elaborar vinhos como um Chateau, hoje conhecidos como Vi de Finca, que isso garante que o vinho é produzido por uma finca concreta, parcela única ou single Vineyard.

Realmente os vinhos e a marca de Jean Leon seguiram o aspecto respeitoso e apaixonante de seu dono e fundador, bodega segue conceito de trabalho orgânico em suas fincas, uma seleção manual é feita para separar as melhores cepas para produção de seus vinhos, uma restrita e numerada.

Em 1980 a fama de seus vinhos já era assustadora e seu Cabernet Sauvignon, o primeiro da Espanha, Ronald Reagan escolheu este vinho para sua investida na Casa Branca e olhando feitos como esse e toda sua história, Jean Leon é uma estrela de se inspirar e admirar, um homem incansável, construtor e idealizador de seus sonhos.

O vinho que degustei essa semana foi o Jean Leon Merlot safra 2010, um vinho para apreciadores mais calejados, um vinho espetacular, de muitas mudanças do começo ao termino de sua taça. (Você encontra esse vinho nas lojas do Empório Santa Joana ou no site dele).

Cor rubi, com traços levemente amarronzado na borda de sua evolução, aromas de frutas em compota, couro, tabaco e especiarias…

Intrigante e de um leque surpreendente de tirar a atenção do mundo e se perder. Na boca de corpo médio e boa concentração, evoluído, intenso, complexo, reflexo de seus aromas no palato, identificação fácil e de frescor final surpreendente, a acidez é uma marca indiscutível para todos na mesa….

O vinho continuou a crescer, mudou, suas especiarias e couro de formas das quais dificilmente encontramos, um mentolado final começa a aparecer, um grande vinho!

Ímpar pensando em vinhos espanhóis, difícil criar comparações.

Um homem, um tempo, um vinho!

Com grande satisfação,

André Santos

 

JOHNNIE WALKER GREEN LABEL VOLTA AO BRASIL

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Atendendo a inúmeros pedidos a importadora Diageo conseguiu negociar um estoque limitado deste delicioso whisky denominado por muitos com a reverencia “o melhor segredo guardado” o Johnnie Walker Green Label.

O Johnnie Walker Green Label é um puro malte envelhecido por 15 anos com maltes dos 4 da Escócia:

  • Talisker – Traz força e profundidade de carácter;
  • Caol lla – Contribui com mistérios e intensidade;
  • Cragganmore – Qualidade de malte adocicado que dá personalidade;
  • Linlwood – Adiciona um toque final de requinte.

Adquira sua garrafa limitada em nosso site www.lojadebebidas.com.br ou em nossa rede de lojas físicas.

Um pouco de história…

John Walker começou a comercializar whiskies em 1820 e rapidamente estabeleceu uma forte reputação pela qualidade de seus produtos. Desde a criação do primeiro blend de Johnnie Walker, a família Walker e as gerações de master blends que a sucederam, produziram excelentes whiskies que são apreciados em todo o mundo.

Mantendo a tradição de produzir excelentes líquidos, Johnnie Walker Green Label tem seus maltes selecionados especialmente pelo Master Blender para criar o equilíbrio perfeito entre sabores complexos e intensos. É uma raridade para apreciadores de paladar requintado que valorizam momentos únicos.

Aproveitem que temos garrafas limitadas do Whisky Johnnie Walker Green Label no Brasil, mas por pouco tempo…

Juliana Mazo